terça-feira, 30 de novembro de 2010

Construção do TCC


Bixo de sete cabeças??? Vida após do TCC??? Questões que me atordoava quando pensava em um trabalho de conclusão de curso, mas as coisas foram acontecendo naturalmente, observações, constatações, os registros no pbworks, registros no blogportifólio, intervenções dos professores e tutores que o meu TCC, foi tomando forma, já tinha uma questão que me incomodava, me fazia pensar. Sempre me senti muito incomoda pelos métodos de avaliações tradicionais, onde que o saber elaborado pelo aluno não era valorizado, apenas conteúdos despejados pelos professores. A possibilidade de avaliar o aluno de outra forma me levaram a pesquisar como se constitui o processo avaliativo através dos jogos. Na primeira reunião que tivemos com a orientação do TCC, o professor Nilton, gostou da minha pergunta, disse que ela já estava pronta, depois fui atrás de bibliografias para me auxiliar, confesso que não encontrei de avaliação através de jogos, uns autores falavam de avaliação, outros de jogos, mas as interdisciplinas me auxiliaram muito, principalmente, Didática, Planejamento e Avaliação, dessa interdisciplina e do livro Avaliação Mediadora de Jussara Hoffmann, que foram a base teórica do meu TCC.

*“Sugiro um modelo de avaliação baseado em desafios com o intuito de motivar o aluno, vislumbrando assim os conhecimentos construídos e aplicados para a resolução de problemas.

Meu principal objetivo (com a análise do jogo) era compreender a eficácia desse método, bem como o que pode ser uma avaliação mediadora e que elementos o jogo pode produzir para avaliação.

Pretendo com esse trabalho trazer evidências de práticas e de uma pesquisa bibliográfica de como se constitui o processo avaliativo através de jogos”.

*Texto extraído da introdução do meu tcc



E assim construí o meu trabalho buscando articular a teoria estudada as práticas desenvolvidas no estágio supervisionado. Fiquei um tanto quanto insegura, pois não tive que fazer grandes alterações no trabalho, isso gerou certa insegurança. Mas certamente deve estar de acordo com o solicitado. Mesmo depois de tanto tempo, ainda continuo insegura, sempre acho que posso fazer melhor... No momento estou ansiosa para apresentar o meu TCC e vencer mais essa etapa da minha vida.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O eixo 8 foi marcado pela prática de estágio supervisionado, onde tivemos que planejar as aulas, praticá-las e relatá-las diariamente. A interação que fizemos com o professor Nilton e a tutora Márcia Caetano foram essências para o bom andamento do estágio, a cada comentário recebido nas postagens do pbworks tínhamos a possibilidade de repensarmos a nossa prática, reavaliando nossas certezas.


Para mim foi um momento de aprendizagem intensa, e de muita expectativa, pois me sentia desafiada a colocar em prática tudo aquilo que havia aprendido na teoria. Inúmeras vezes levei para a sala de aula atividades que havia criado em algumas interdisciplina, e a mais marcante foi o mosaico que tínhamos aprendido a fazer em questões étnicas raciais, foi incrível perceber como a teoria se consolida na prática, ver o retorno que os alunos davam sobre determinadas teorias.

Quero destacar um comentário que o professor Nilton fez e que me permitiu acreditar que eu consigo levar para a sala de aula o que estudei na teoria:

Patrícia, tuas atividades sobre a cidade e sobre a questão indígena (no improviso) foram ótimas. De acordo com tudo o que estudamos no curso. Isso é muito bom. Continue, sobretudo continue fazendo bons relatos sobre o que ocorreu em aula. A idéia de contar a história da cidade a através das histórias das pessoas, tua, deles, foi muito boa. Os alunos se dão conta que a história da cidade é a deles, e não de uma emancipação que ocorreu no passado.

Gostaria que você enviasse o relato, mais detalhado ainda, pelo email para todos.

Abs.

Nilton 3/5/10

Comentários como este me mostraram a que é possível por aliar a teoria à prática, sendo esse o meu principal objetivo de estudar pedagogia, objetivo esse que eu me lembro de ter expressado nas minhas primeiras postagens do blog em 2006

7º EIXO

Uma das interdiciplinas que mais me auxiliou na elaboração do TCC foi Didática, Planejamento e Avaliação, como o meu TCC,trata-se do processo avaliativo através dos jogos os textos de Lucinete Ferreira,foram a base do meu trabalho,destaquei a avaliação classificatória e a avaliação mediadora.Retomei conceitos trabalhados nesse 7º eixoe foi nessa interdisciplina que aprendi que a avaliação tem que ser democrática. Conforme Ferreira essa oportunidade se dará através de:


Participação dos alunos no processo avaliativo;

Direito dos alunos tirarem duvidas e serem ouvidos;

Saberem quando e como serão avaliados

Direito ao sigilo – sem inibição, rotulação e divulgação em publico de seus resultados.

Outra interdisciplina desse mesmo eixo me proporcionou conhecer a Educação de Jovens e Adultos, onde, na prática conheci as implicações dessa modalidade de ensino. Aprendi conceitos em Práticas de leitura, escrita e oralidade nos anos iniciais do Ensino Fundamental.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010


EIXO 6

     Já no VI eixo aprendi coisas importantes como Políticas Públicas Brasileiras em educação Especial, sinceramente não eram do meu conhecimento, vimos também a importância da inclusão escolar bem como a qualificação dos profissionais dessa área. Vimos o filme entre os muros da escola, que nos trouxe uma realidade diferente da nossa, mas permitiu que observássemos conceitos como: IDENTIDADES, PRECONCEITO, PRINCÍPIOS MORAIS, CONVIVÊNCIA, DISCRIMINAÇÃO entre outros, foi proposto que encolhêssemos uma cena do filme para fazermos uma reflexão relacionando com os conceitos do semestre, foi muito produtivo, pois a nossa avaliação na banca foi marcada por um debate, onde diversas opiniões foram apresentadas, isso permitiu que compartilhássemos nossas visões de mundo.     
      Foi bem legal lembrar desse filme... Também propus aos meus alunos no estágio um filme onde posteriormente produzimos um debate. Os alunos expuseram suas vivencias e compartilharam seus saberes foi bem legal!
EIXO V

As interdisciplinas desse eixo estavam diretamente ligadas ao estágio, me levou a refletir sobre a importância de trabalhar com Projetos Políticos Pedagógicos. Há necessidade de se ter um PPP, que seja elaborado por toda a comunidade escolar, Vimos também ORGANIZAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL, questões importantes que nos situaram na escola, algumas de nós não tendo experiência na pratica ficamos conhecendo como se estrutura a escola. Relendo essas interdisciplinas percebi que eles foram mais para nos ensinar a partes “burocráticas” do ensino e que existem leis que apóiam determinados segmentos da educação.
EIXO IV

As interdisciplinas de representação pelo mundo de ciências, matemática e estudos sociais, foram bastante praticas, pois me possibilitou expor os meus conhecimentos e me levou a criar aulas embasada nas teorias estudadas, por exemplo, em representação do mundo pelas ciências vimos textos como o  “O Sol que Cura e o Sol que Mata, de Alexandre Feldman” , isso me instigou o trabalhar questões de cuidado com o meio ambiente, no estágio realizei atividades referentes ao cuidado da água, então os textos trabalhados pelas interdisciplinas me levaram a perceber a importância de abordar determinados temas em sala de aula.De certa forma está nos preparando para o estágio, pois os professores dessas interdisciplinas, solicitava com que fizéssemos planos de aula, permitindo que tivéssemos a oportunidade de planejar nossas aulas.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

EIXO III

Eixo III




Relacionando os conceitos do 3º eixo, destaco as aprendizagens construídas na interdisciplina de Artes Visuais que me permitiu fazer leituras de imagens, refletir nas histórias e contextos em que as imagens estão inseridas. Durante o estágio realizei uma atividade em que os alunos faziam leituras de imagens e recortes destas, para montarmos um outro cenário. Sendo extremamente importante os trabalhos que eu como aluna era desafiada a realizar para ter a dimensão de trabalhar isso com os meus alunos.

Contar histórias para mim teve outro significado depois da interdisciplina de Literatura Infantil, aprendi que a hora do conto tem que ser planejada, hoje sei como prender a atenção dos alunos ao conter uma história e a importância que a leitura tem na vida das crianças.

                     EIXO II

A interdisciplina de Desenvolvimento e aprendizagem sobre o Enfoque da Psicologia me proporcionou conhecimentos teóricos na linha Freudiana, onde aprendi que segundo Freud o desejo de aprender surge da curiosidade que o individuo tem de descobrir o mundo. O Projeto de Aprendizagem que trabalhei no meu estagio surgiu para despertar essa curiosidade dos alunos.
Aliando teoria e prática, percebi que realmente as aulas tornam-se muito mais atrativas e produtivas quando permito que o aluno expõe suas curiosidades e constroem seus conhecimentos a partir do desejo de aprender.



As demais interdisciplinas desse II Eixo, não menos importante também contribuíram para o meu crescimento. Fundamentos da Alfabetização e Infância de 0 a 10 anos, foram mais especificas para determinadas faixas etárias , permitiram-me conhecer a Psicogênese da língua escrita pesquisada por Emilia Ferreiro e Ana Teberosky, aprendi conceitos importantes como por exemplo as diferenças entre letramento e alfabetização

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

EIXO 1

          Visitando as primeiras interdisciplinas percebi o quanto foi essencial para a minha caminhada durante o curso, possibilitaram-me uma base sólida para as aprendizagens que estão sendo construídas ao longo do curso.

          Destaco a interdisciplina de Escola, Projeto Pedagógico e Currículo em que trabalhamos o conceito de avaliação, que está diretamente ligado a minha pergunta do TCC.

          Nesse primeiro eixo os professores sondaram os nossos conhecimentos, propuseram trabalhos em que relatávamos as nossas experiências m sala de aula sobre determinados conceitos.

Relendo algumas atividades que realizei enfatizo uma em especial onde conceituei avaliação:

Avaliar é, portanto uma prática investigativa, mediadora, que permite acompanhar as conquistas e avanços de nossos alunos. Acredito que a partir do momento que estivermos avaliando os nossos alunos de maneira a levá-los a construção do conhecimento estaremos sem perceber nos avaliando simultaneamente. Para finalizar avaliação é, portanto um ato de que sugere movimento, reflexão e transformação.

           Está sendo extremamente importante esse processo investigativo nas interdisciplinas já trabalhadas, pois possibilita um confronto das aprendizagens ao longo do curso.






Até mais...

terça-feira, 24 de agosto de 2010

PROPOSTA DE INVESTIGAÇÃO PARA O TCC


Avaliação através de jogos???

Durante o período de estágio, propus aos alunos a realização de dois jogos, dos quais evidenciei as aprendizagens e os conhecimentos que os alunos construíram.

O que me instiga e me incomoda é a possibilidade de haver um método avaliativo em que os alunos não se sintam classificados.

(...) Conforme a proposta de Bloom e dos outros autores que o confirmam, a função classificatória tem o mesmo encaminhamento - classificar é atribuir nota ao aluno. Tem, portanto caráter seletivo e competitivo e não atende aos propósitos da avaliação da aprendizagem e da educação.

Vimos na interdisciplina de Didática, Planejamento e Avaliação um artigo escrito por Javier Onrubia Goni

(...). Em relação à aprendizagem, uma avaliação inclusiva apresenta uma dimensão formadora. Portanto o é que os alunos sejam capazes de assumir cada vez mais o controle e a responsabilidade sobre os seus processos de aprendizagem, ajudando - Ihes, por exemplo, a compreender e a representar os objetivos das atividades nas quais participam, a aprender a planejar e a revisar a forma como realizam essas atividades, ou a detectar e corrigir seus próprios erros.

Sistematizando as minhas curiosidades sobre avaliação, fico com a seguinte pergunta para ao TCC:



Como se constitui o processo avaliativo através dos jogos?



quarta-feira, 19 de maio de 2010

Observando o rendimento da turma, observei que alguns alunos apresentam algumas dificuldades na aprendizagem. Entretanto uma aluna tem me chamado mais atenção e me deixado bem preocupada.


A aluna não demonstra interesse na aula, não tem organização no caderno, não realiza as atividades propostas.

Tenho observado que ela não acompanha o andamento da turma.

Conversando com a professora titular, ela me orientou a mandar um bilhete solicitando a presença dos pais, para conversarmos, quando pedi o caderno da aluna para escrever o bilhete a aluna começou a chorar na sala. No outro dia a aluna trouxe o caderno com outro bilhete escrito pela mãe, no qual dizia que a data que eu marquei ela não poderia vir, mas no outro dia a tarde viria. Passou o final de semana, segunda- feira, terça-feira e quarta-feira nem a aluna e nem os pais apareceram na escola.

Conversando com uma psicopedagoga, ela me orientou, a saber, mais sobre essa aluna, investigando sua história para compreender suas atitudes.

Estou muito preocupada, gostaria muito de saber lidar melhor com essa situação.

Já havia pedido para um pai vir a excela para conversarmos sobre o comportamento de um aluno e com muita conversa e paciência esse aluno está tendo um melhor rendimento.

Sei que cada caso é um caso, mas também sei que estou aflita.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Olá


As vezes da uma frustração!!!

Perceber que os alunos do 4º ano não sabem resolver mentalmente 2 +5, ou não conseguem ler o que eles mesmo escreveram. As vezes acho maçante a aula. Explico uma vez a ordem do exercício e depois de 1 segundo vem um aluno me questionar. O que é para fazer?

Tenho tomado outra postura, nessa semana pedi para que os alunos prestem atenção no que eu falo e quando me questionam eu retorno o questionamento deles, fazendo com que eles pensem ao invés de receber tudo pronto. Acredito que isso trará resultados. Não é que os alunos não possam questionar, não é isso que me refiro. Coloco a ordem do exercício no quadro ou na folha e eles me perguntam o que é para fazer. Conversei com a turma e disse que eles têm que aprender a pensar no que foi pedido para realizar. Falta atenção.

Com isso penso que a turma vai amadurecer. Procurei faze isso de forma que não haja constrangimento dos alunos e deixei claro que estou ali para ajudá-los, mas não posso dar as respostas que eles mesmos precisam descobrir.
É isso por hj.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Olá estou estagiando com o 4º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental José Felipe Schaeffer, a turma tem atualmente 19 alunos entre 9 a 12 anos.

Nessa primeira semana percebi que a turma não é tão calma quanto eu pensava, então entendi o porquê da professora ser bem exigente. Tive que ter uma posição bem firme com os alunos, pois como a turma é bem “desaparelha” com a questão de idade, alguns alunos tiram a atenção dos outros, prejudicando o rendimento da turma.

Entretanto se eu como professora, estiver atenta a individualidade de cada aluno, acredito que a aula possa ter um maior rendimento e não precisar intervir tanto chamando a atenção da classe.

Tenho tentado dialogar com eles sobre a importância do respeito com o professor no momento em que ele está falando, espero surtir efeito. A cada dia vou conhecendo melhor a turma e aprendendo com ela como extrair o melhor de cada aluno.



Até breve, no momento era isso!!!

sexta-feira, 26 de março de 2010

OBSERVAÇÃO ...

No dia 26/3 fui à escola em que vou estagiar para me apresentar, observei a turma, assisti à aula dada pela professora titular, mais ou menos 1 hora e meia, tive as melhores impressões possíveis. Nos instantes que fiquei ali, observei uma turma calma, que acompanha o ritmo da professora, que por sinal se mostrou ser uma pessoa bem exigente, comprometida com os alunos, deixando bem claro para mim, que prioriza a aprendizagem, não dando muito importância para “rodeios” e sim para efetiva aplicação dos conteúdos.



Referente às questões sugeridas para execução da atividade 2 do SI, a professora achou melhor levar as perguntas para responder em casa, pois levaria um tempo em que ela não tinha disponível no momento.


E assim aconteceu com a direção, para responder as questões que cabe a parte organizacional da instituição.


Estou aguardando as respostas para dar andamento no meu trabalho, complementando o meu pbworks.


Até breve....

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

ESTÁGIO


Tá chegando o momento de colocarmos em prática, parte daquilo que construímos teoricamente. O estágio será uma oportunidade incrível de aprendermos ainda mais.


Espero superar as minhas expectativa e aprender muito. Fazendo relações significativas entre TEORIA X PRÁTICA.

Mais uma etapa a ser percorrida.


Vamos lá então!!!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010



Pesquisando sobre ARQUITETURA PEDAGÓGICA encontrei algumas referências sobre esse tema,  os mais interessantes, inseri em links para compartilhar.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

PLANEJAMENTOS


Ao fazer um planejamento temos que ter em mente a frase de Freire (...). Agora Ivo vê a uva, a parreira e todas as relações sociais que fazem do fruto festa no cálice de vinho...


Sendo assim perceber nossos alunos como agentes de transformação, leitores do mundo que os rodeia, AGENTES DE TRANFORMAÇÃO, para que isso aconteça faz-se necessário pensarmos em projetos que dêem condições para que ações como essas sejam proporcionadas.

Planejamento que partam da realidade do educando, privilegiando seus saberes, onde eles possam contextualizar com sua realidade e mudar sua maneira de viver.

Ir para escola torne algo significativo e prazeiroso.

Há simultaneidade entre o analfabetismo e a questão social dos anos de 1990, 1950 e nos dias atuais.



Percebi que a condição de analfabeto traz a exclusão, a dependência e vergonha.


Vendo o filme O LEITOR a personagem Hanna esconde o fato de ser analfabeta e acaba arcando conseqüências decisivas para sua vida ao negar sua condição de analfabeta.


No (Jornal da Tarde, 8/1/1990) há um relato de uma mulher de 39 anos, que desabafa as limitações que sofre não saber ler.

(...)Tomar um, dois, três ônibus errados no mesmo dia e à meia-noite ainda se encontrar longe de casa é apenas um dos problemas enfrentados por Maria do Socorro Pereira,Os outros vão desde lidar com dinheiro, ir ao supermerca¬do e à farmácia, até o constrangimento e o sentimento de discriminação. Mas, sobretudo, o que mais a humilha é a sensação de dependência, por precisar da ajuda de outras pessoas até para preencher as fichas nas empresas onde procura trabalho

E nos dias de hoje isso não é diferente, (...)Uma vez que a nossa sociedade valoriza justamente aquilo que é postulado como característico do pensamento transformado pela escrita,


As pessoas perdem o seu valor por não saber dominar a escrita.


Vemos que Carlos Brandão, autor do texto “A QUESTÃO POLITICA DA EDUCAÇÃO POPULAR”, implicitamente traz como assunto principal uma educação de domínios restritos, ou seja, uma educação exclusiva para uma parcela da população.


Acredito que ninguém é analfabeto porque quis ser, e sim as condições do meio o levaram para isso, o que precisa agora e haver políticas públicas que permitam a inversão dessas pessoas na sociedade (não que já não fizessem parte), garantindo - lhes esse direito.


Sendo que a lei LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. , no Art. 3º o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:


I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;


Hamburgo (1997), alfabetização é concebida como o conhecimento básico, necessário a todos num mundo em transformação é um direito humano fundamental.